
Por Julia Gonzatto
Fenômeno na música e na economia
Se você não se considera um swiftie (fã de carteirinha da cantora), ou esteve longe da internet nos últimos dias, talvez não tenha visto que a The Eras Tour, sexta turnê da Taylor Swift, vai chegar ao Brasil em novembro desse ano.
E não foi só a abertura das vendas de ingressos aqui na América Latina que tornou a norte-americana um trending topic no Brasil. A turnê já estava dando o que falar desde que foi anunciada no final de 2022.
Segundo dados da Forbes, a The Eras Tour pode ser a mais lucrativa da história do mundo da música. A estimativa é que a venda de ingressos gere até US$1,5 bilhão (cerca de R$7,3 bilhões), se considerarmos apenas os shows confirmados e realizados nos Estados Unidos. Imagina depois que eles calcularem o lucro das vendas internacionais 🫣.
Na última segunda-feira (12) ocorreu a venda para os shows no Rio e em São Paulo. A procura pelos ingressos foi tanta que a fila no site chegou a acumular 1,5 milhão de usuários simultâneos. As entradas não duraram mais do que meia hora. Vendo o tamanho da procura, mais duas datas foram adicionadas ao cronograma da cantora no Brasil.
Mas por que trazer um evento dessa magnitude para terras nacionais pode ser benéfico para o país?
De acordo com relatório da Fortune, a popularidade do The Eras Tour teve um grande impacto nas economias locais das cidades pelas quais ela passa. Muitos fãs não estão gastando apenas com o ingresso para o show, mas estão se deslocando de outras partes do país para garantir a presença na turnê – e nesse processo, contribuindo diretamente para negócios locais e fomentando diversos setores do turismo. Um impacto que vai muito além da música.
Esse mesmo relatório sugere que a turnê da Taylor Swift tem o potencial de gerar até US$4,6 bilhões em gastos do consumidor. De novo, se considerados apenas os EUA.
E é claro, não são apenas as economias locais que se beneficiam dos ganhos financeiros. A cantora deve lucrar uma fortuna de milhões de dólares com toda a turnê. Não é exagero dizer que a cada show, cerca de oito dígitos são adicionados a sua conta.
A turnê que ocupava o posto de mais lucrativa antes, era a Farewell Yellow Brick Tour, do Elton John. Segundo a Billboard Boxscore, ela arrecadou US$853 milhões desde 2018. Depois de ter parado por alguns anos durante a pandemia, a turnê voltou à ativa e os shows ainda estão rolando (o que significa que esse valor pode continuar aumentando). O segundo e terceiro lugar na lista pertencem a turnê ÷ (Divide) do Ed Sheeran, com US$776 milhões, e a U2 360° Tour do U2, com U$736 milhões, respectivamente.
Levando em consideração que, atualmente, a cantora já é a segunda mais rica do mundo na categoria… Podemos dizer que as coisas estão indo All Too Well para a Taylor.
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