
Por Fabi Mariano
Os bilionários do mundo têm negócios em diferentes áreas, mercado de luxo, impérios da comunicação, marketplaces globais e pioneiros tecnológicos. Um novo mercado já foi descoberto e ele é mais excêntrico do que você imagina: é a fusão nuclear. O chamado Sol artificial.
A tecnologia ganhou esse nome justamente por ter o mesmo potencial que a nossa estrela maior para gerar energia. Já pensou? A solução é tão promissora quanto arriscada. A técnica, se aprimorada com sucesso, pode ser a solução definitiva para os problemas de energia do mundo, além de ser considerada uma energia limpa.
Nomes como Jeff Bezos, Peter Thiel, Bill Gates e Marc Benioff já apostam nessa novidade que provavelmente precisará de alguns bons anos para se tornar uma realidade acessível e eficiente.
China na frente
Empresas dedicadas ao assunto têm conseguido generosas quantias para investir nos estudos: a Fusion Industry Association, captou mais de US$5 bilhões e a Helion Energy cerca de US$375 milhões. No entanto, quem está na frente dos testes com o Sol Artificial é a China.
Na ultima semana, o país anunciou que bateu o recorde de tempo de geração de energia com a tecnologia, foram 403 segundos de funcionamento. Se as promessas se cumprirem, o Sol artificial será responsável por uma revolução econômica. Não é a toa que foi apelidado de Santo Graal.
Um pouco de química pra entender?
Esse não é o nosso forte, mas vamos tentar. O sol artificial funciona assim: dois átomos de hidrogênio são impulsionados juntos com tal força que se combinam em um único átomo de hélio maior, liberando enormes quantidades de energia durante o processo, sem resquícios radioativos. Mas, fazer isso acontecer, ainda não é tão simples quanto escrever.
Não entendeu? A gente também não. O que sabemos é que bilhões de dólares estão sendo investidos em empresas que pesquisam essa tecnologia que deve ficar no radar de investidores, entusiastas de ciência e dos que buscam soluções sustentáveis para a próxima geração.
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